
Não é a primeira vez que ocorre, a utopia do freesoftware, opensource e derivados Stallmanianos frutos de uma badtrip do Woodstock devem estar chegando ao fim. Cada dia que passa mais usuários começam a usar software livre e mais usuários também começam a se desapontar com o dito cujo. Diversos casos podem ser citados, pode-se citar o início do fork do Pidgin, em que os desenvolvedores alteraram a caixa de entrada de texto e a comunidade abriu o bico, resposta dos desenvolvedores: – Fazemos o Pidgin para uso próprio e se tu quer usar vai ter que me engolir (Já diria Zagallo). Pode-se citar além deste ocorrido o KDE e seu lançamento pré-maturo, praticamente versão alfa repleta de bugs. E a comunidade? Comunidade o caralho, isso é papo de hippie (lá pela época da guerra fria onde Stallman deixou seu cérebro). A muito o estilo de desenvolvimento de grandes projetos tem se tornado a maior farsa ideológica de todos os tempos. E o que isso afeta o usuário que tem interesse em continuar participando desde fazer patches, traduções, nada! Mas realmente quem aponta falhas é quem? O pessoal da suposta “comunidade”. Reclamando, contrariando e fazendo objeções. É muito simples para os desenvolvedores e ativistas do freesoftware e EVENTOS derivados, “tirar” o corpo fora dizendo que fazem de livre e espontânea vontade. E que se não está satisfeito, não use, não vá a determinado evento. De boas intenções o mundo está cheio Oppenheimer não queria que seus experimentos fossem usados para aniquilação de duas cidades do Japão na segunda guerra mundial. E por mais que ele tenha tido um dos maiores sucessos em desenvolvimento de energia ele deve se amargurar até “hoje” pelo ocorrido.
Pelo dicionário da Wikipédia:
“Comunidade: 1 – Qualidade do que é comum, 2 – Congregação, comunhão, 3 – Agreminação, 4 – Sociedade, 5 – Os cidadãos de um país, 6 – o Estado. Do latim Communitate”
Se uma congregação, sociedade, usuários em fim não podem pelo menos apontar erros, reclamar do que quer que seja sem serem julgados, de que vale estarmos vivendo em uma sociedade moderna, nos tempos da web 2.0, do conteúdo colaborativo onde mais do que nunca é a COMUNIDADE que mantém. Porque eu tenho que ser julgado, ou minha opinião menos importante do que as pessoas que só elogiam os processos, updates, projetos, eventos entre outras coisas. Pelo visto o Communis (COMUM em latim), só serve para o que puxa saco, enquanto o comum que fala a verdade por mais que doa, é muito bem aceita… NOT!
So sorry comunidade! 